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	<title>H.G.M.'s Blog &#187; Software Livre</title>
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		<title>Exportar do Sibelius/Finale para MusicXML</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jan 2012 21:46:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>knight_rs</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Proprietário X Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Achei para download gratuíto o software Dolet 6 para Finale e Sibelius 5.1 ou maior -&#160;http://www.makemusic.com/Products/MusicXML.aspx&#160; Agora me tornou possível exportar todo o meu acervo de 15 anos para MusicXML e passar a usar exclusivamente o MuseScore!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Achei para download gratuíto o software Dolet 6 para Finale e Sibelius 5.1 ou maior -&nbsp;<a href="http://www.makemusic.com/Products/MusicXML.aspx" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.makemusic.com/Products/MusicXML.aspx?referer=');">http://www.makemusic.com/Products/MusicXML.aspx</a>&nbsp;
<div>Agora me tornou possível exportar todo o meu acervo de 15 anos para MusicXML e passar a usar exclusivamente o <a href="http://musescore.org/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/musescore.org/?referer=');">MuseScore</a>!</div>
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		<title>MuseScore 1.0: Editoração Musical em Software Livre</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Feb 2011 23:28:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>knight_rs</dc:creator>
				<category><![CDATA[KDE]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Qt]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Agora de verdade! Sem sermos injustos, o Lilypond é fantástico, gera impressões perfeitas, formato de arquivo em texto, etc. Mas não dá para fazer um arranjo para quarteto de cordas de manhã para tocar à noite, ou copiar as partes de uma peça orquestral pela manhã para um ensaio da sinfônica à tarde. Agora temos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agora de verdade!</p>
<p>Sem sermos injustos, o <a href="http://lilypond.org/" title="Lilypond" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/lilypond.org/?referer=');">Lilypond</a> é fantástico, gera impressões perfeitas, formato de arquivo em texto, etc. Mas não dá para fazer um arranjo para quarteto de cordas de manhã para tocar à noite, ou copiar as partes de uma peça orquestral pela manhã para um ensaio da sinfônica à tarde.</p>
<p>Agora temos o <a href="http://musescore.org/" title="MuseScore" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/musescore.org/?referer=');">MuseScore 1.0</a>. Tenho testado a muito tempo, e desde a versão 0.9.6 ele está muito bom, e tem atraído muita gente. Com a versão 1.0, temos um software estável e digno de uso profissional. E é software livre, de código aberto, gratuíto e multi-plataforma (Lin, WIn e Mac). Algumas características retiradas diretamente de seu <a href="http://musescore.org/" title="MuseScore" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/musescore.org/?referer=');">site</a>:</p>
<ul>
<li><span style=" font-family:'Arial,sans-serif'; color:#000000;">WYSIWYG, as notas são inseridas em uma &quot;partitura virtual&quot;</span></li>
<li><span style=" font-family:'Arial,sans-serif'; color:#000000;">Número ilimitado de pautas</span></li>
<li><span style=" font-family:'Arial,sans-serif'; color:#000000;">Até quatro vozes por pauta</span></li>
<li><span style=" font-family:'Arial,sans-serif'; color:#000000;">Entrada rápida e fácil de notas com mouse, teclado ou MIDI</span></li>
<li><span style=" font-family:'Arial,sans-serif'; color:#000000;">Sequenciador integrado e software sintetizador </span><a href="http://fluidsynth.sourceforge.net/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/fluidsynth.sourceforge.net/?referer=');"><span style=" font-family:'Arial,sans-serif';">FluidSynth</span></a></li>
<li><span style=" font-family:'Arial,sans-serif'; color:#000000;">Importação e exportação para </span><a href="http://www.recordare.com/xml.html" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.recordare.com/xml.html?referer=');"><span style=" font-family:'Arial,sans-serif';">MusicXML</span></a><span style=" font-family:'Arial,sans-serif'; color:#000000;"> e Standard MIDI Files</span></li>
<li><span style=" font-family:'Arial,sans-serif'; color:#000000;">Disponível para Windows, Mac e Linux</span></li>
<li><span style=" font-family:'Arial,sans-serif'; color:#000000;">Distribuído sob licença GNU GPL</span></li>
</ul>
<p>Há um <a href="http://www.youtube.com/user/MuseScoreHowTo" title="MuseScoreHowTo no Youtube" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.youtube.com/user/MuseScoreHowTo?referer=');">canal no Youtube</a> com tutoriais em video para o uso do MuseScore.</p>
<p>Tenho compilado o Trunk do SVN à meses, e vejo que ficaram para as próximas versões duas importantes funcionalidades:</p>
<ul>
<li>Partes Dinâmicas</li>
<li>OMR (Optical Music Recognition) &#8211; semelhante ao OCR, mas para partituras.</li>
</ul>
<p>Mas isto já está no código, e você pode compilar o Trunk para testar. Além da listagem acima, ele exporta para Lilypond, PNG, PDF, etc. </p>
<p>Desde o início de meu uso intensivo de Linux (e isso foi em 1999&#8230;), meu grande problema era a editoração musical. Cheguei a escrever um <a href="http://www.mayer.art.br/blogdobeto/2007/08/partituras-em-linux-e-software-livre/">post</a> neste mesmo blog em 2007 em resposta à um post no <a href="http://br-linux.org/" title="Br-Linux" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/br-linux.org/?referer=');">Br-Linux</a>. Usava o Encore em Windows desde 1997, e dois anos depois passei a usar o Sibelius 1.0. Nessa época haviam alguns projetos em Linux de editores wysiwyg, porém extremamente incipientes. Não dava para escrever 4 compassos com duas pautas que o programa fechama por algum <em>memory leak</em>. Então, em torno de 2001 eu já conseguia rodar o Encore através do <a href="http://www.winehq.org/" title="Wine" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.winehq.org/?referer=');">Wine</a>. Não era muito estável e a configuração inicial do Wine era complicada (tinha que instalar as fontes do Encore &quot;na mão&quot;, entre outros). Logo depois, passei a usar o Sibelius 1.0 com Wine, este bem mais estável, e o usei por uns 5 anos (em Linux). Então, lá por 2007, consegui rodar o Sibelius 4.0, e nunca mais o larguei, o uso até hoje! As partes dinâmicas são excenciais depois que você experimenta, não admite mais ter que &quot;<em>extract parts</em>&quot;, e gerar arquivos separados, etc. As versões seguintes do Sibelius (5 e 6) nunca consegui rodar satisfatoriamente com Wine no Linux, porém, pelo rápido progresso do desenvolvimento do Wine, isso não demorará muito, além de não haver vantagens tão significativas que me obrigasse a migrar para novas versões. Alguém deve estar perguntando: E o Finale? Testei algumas versões com Wine e as vezes funcionavam melhores que o Sibelius. Mas eu nunca me adaptei com o Finale. Hoje em dia eu diria que o Sibelius 6 já não perde para Finale, mas sempre consegui fazer tudo o que era preciso no Sibelius.</p>
<p>E agora posso começar a exportar do Sibelius tudo para MusicXML, então passo a usar um software livre estável e multiplataforma, sem gambiarras.</p>
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		<title>Novo Software Livre para Ensino Musical Brasileiro</title>
		<link>http://www.mayer.art.br/blogdobeto/2010/11/novo-software-livre-para-ensino-musical-brasileiro/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Nov 2010 07:08:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>knight_rs</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conhecimento Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebi um e-mail do Edusantos sobre a disponibilização de um novo software para educação musical no portal Software Público: O Editor de Partituras Livres EDITOM chega ao Portal do Software Público Brasileiro em clima de comemoração. O lançamento foi durante evento dedicado à organização da Copa2014, nas instalações da FINEP no Rio de Janeiro. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi um e-mail do Edusantos sobre a disponibilização de um novo software para educação musical no portal <a title="Software Público" href="http://www.softwarepublico.gov.br" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.softwarepublico.gov.br?referer=');">Software Público</a>:</p>
<p><em>O Editor de Partituras Livres EDITOM chega ao Portal do Software Público Brasileiro em clima de comemoração. O lançamento foi durante evento dedicado à organização da Copa2014, nas instalações da FINEP no Rio de Janeiro. A cerimônia contou com a presença do compositor e cantor Gabriel o Pensador que foi ao evento especialmente para participar da disponibilização do EDITOM. No lançamento também estiveram presentes o diretor de inovação da FINEP Eduardo Costa, o empresário Roberto Bittar, responsável pela criação do EDITOM, e o coordenador do Portal SPB, Corinto Meffe.</em></p>
<p><em>Na visão do empresário Roberto Bittar o EDITOM poderá ser utilizado agora por qualquer pessoa, em particular pelas crianças que estão em idade escolar. &#8220;Com a aprovação da legislação federal que retorna o ensino da música nas escolas, o EDITOM certamente será uma ferramenta que vai estimular ainda mais o estudo da música por parte das crianças&#8221;, completa Bittar.</em></p>
<p><em>A solução pode ser acessada direto no Portal do Software Público Brasileiro pelo endereço <a title="EDITOM" href="http://www.softwarepublico.gov.br/dotlrn/detail-community" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.softwarepublico.gov.br/dotlrn/detail-community?referer=');">http://www.softwarepublico.gov.br/dotlrn/detail-community</a>, clicando no botão &#8220;Acesse a comunidade EdiTom e baixe o software&#8221;</em></p>
<p><em>Algumas das principais características do EDITOM são apresentadas a seguir:</em></p>
<ul>
<li><em>Possui tutores de flauta, violão e teclado, mostrando as posições de cada nota ou acorde, na sequência da partitura escolhida. Os tutores têm o objetivo de facilitar a execução de músicas a partir da partitura, orientando os primeiros passos do aluno.</em></li>
<li><em>Ouvido Digital &#8211; Para os iniciantes reconhecerem as notas a partir da emissão de algum som é algo muito difícil. Para facilitar a criação da relação entre os sons produzidos e a música, o software transforma seu assobio em notas colocadas na partitura, interpretando as notas, durações e oitavas.</em></li>
</ul>
<ul>
<li><em>Além da forma tradicional da partitura, o software possui mais 5 formas diferentes de apresentar a partitura. Iniciando por ovais coloridos sem o pentagrama, as simbologias de escrita vão sendo acrescentadas em cada forma, até se completar na sexta forma que é a partitura tradicional.</em></li>
</ul>
<ul>
<li><em>São duas formas de edição de partitura convencional: ícone de nota e de letras.</em></li>
<li><em>Permite tocar uma partitura, como se fosse um software de Karaokê possibilitando repetir o exercício ou acompanhar a partitura, utilizando o teclado do computador como se fosse um instrumento musical.</em></li>
<li><em>O software possui várias funções facilitadoras que permitem mudanças de tom, de escala, de ritmo, com apenas um clique do mouse (botão da direita).</em></li>
<li><em>Permite a criação de acordes a partir da digitação de Cifras musicais. Para ativar o criador de acordes, selecione o modo próprio de edição (ícone de letras) e dê um duplo clique na partitura.</em></li>
</ul>
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		<title>Informatização das Escolas no Brasil</title>
		<link>http://www.mayer.art.br/blogdobeto/2009/02/informatizacao-das-escolas-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 16:11:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>knight_rs</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bizarro]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
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		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentando o post &#8220;Nunca na história deste país &#8211; MEC quer ter maior projeto de virtualização do mundo &#8211; com Linux&#8221; no Br-Linux, escrevi o comentário abaixo. O Manoel Pinho colocou um link para o video que resume tudo. Tecnologia e Metodologia Infelizmente isto mostra o quanto os governos estão sem rumo na questão do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Comentando o post &#8220;Nunca na história deste país &#8211; MEC quer ter maior projeto de virtualização do mundo &#8211; com Linux&#8221; no Br-Linux, escrevi o comentário abaixo. O Manoel Pinho colocou um link para o video que resume tudo.</p>
<div class="youtube-video"><object width="425" height="355" data="http://www.youtube.com/v/IJY-NIhdw_4" type="application/x-shockwave-flash"><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/IJY-NIhdw_4" /></object></div>
<p>Tecnologia e Metodologia</p>
<p>Infelizmente isto mostra o quanto os governos estão sem rumo na questão do ensino de informática nas salas de aula.<br />
Enquanto não houver um estudo sério de currículo de informática no ensino fundamental, não fará sentido o emprego de computadores, pois não há formação de professores nem um direcionamento de ensino. Então tanto faz a plataforma utilizada, pois enquanto o ensino se resume em desenhos vetoriais e o uso de e-mail/msn/orkut, a única diferença é o custo final na compra.<br />
O problema está no seguinte: a informática se tornou essencial na sociedade em apenas 15 anos, que coincide com o aparecimento sa internet no Brasil (eu diria que essencial mesmo em 8 anos, mas é outra discussão). Os pensadores do ensino não conseguem normatizar o currículo tão rapidamente, vide outras área: ensino de trânsito, sexual, financeiro, é inexistente ou quase. As pessoas ainda saem das escolas sem entender que cartões de crédito cobram juros de pagar o mínimo da fatura, que transar com 15 anos causa gravidez (minha esposa fez um comentário &#8211; &#8220;sem as devidas precauções&#8221; <img src='http://www.mayer.art.br/blogdobeto/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />    )  e que deve-se olhar para a sinaleira (<em>farol</em>) antes de atravessar a rua. Imaginem quando haverá um ensino consistente de informática nas escolas, enquanto o conceito de inclusão tecnológica se resume a ter uma conta no orkut e datilografar algum texto no word. Até lá, todo o gasto com informática será dinheiro posto fora, e o governo só o faz porque há pressão da sociedade e lobby de empresas.<br />
E toda a intenção de se promover o software livre no ensino, mais uma frase do Manoel Pinho que traduz meu pessimismo:</p>
<blockquote><p>Pelo que eu vejo de planejamento em muitas iniciativas governamentais para o uso de software livre, basta uma mudança de governo e a oferta de descontos generosos de alguma empresa como a Microsoft para colocar tudo por terra e voltarem para a solução comum de comprar um monte de micros com windows OEM.</p></blockquote>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=6859ea67-3996-453a-9f88-88b4f5439317" alt="" /></div>
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		<title>10 anos de Linux</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Feb 2009 02:27:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>knight_rs</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Em janeiro, completei 10 anos de experiência com Linux. Instalei na época um slack que veio num livro sobre programação para linux, creio que com o kernel 1.2, já era ultrapassado na época, mas o livro justificava a escolha com algum argumento contra a instabilidade do kernel modular, essas coisas. Também experimentei a maioria destas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em janeiro, completei 10 anos de experiência com Linux. Instalei na época um slack que veio num livro sobre programação para linux, creio que com o kernel 1.2, já era ultrapassado na época, mas o livro justificava a escolha com algum argumento contra a instabilidade do kernel modular, essas coisas.<br />
Também experimentei a maioria destas distros, logo após o slack (que ficou no modo texto), um amigo foi no escritório e instalou pra mim o Debian 2.0, após comprei da <a href="http://www.cheapbytes.com/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.cheapbytes.com/?referer=');">CheapBytes</a> (uma loja nos EUA) um set de CDs do Red Hat 6.1, experimentei várias outras distros que vieram em várias revistas (o Corel queimou um monitor meu…) mas o que funcionou melhor na época foi o Conectiva 4.0 que comprei na feira do livro de Porto Alegre em novembro de 1999. Consegui configurar meu modem de cara (com setserial e tals) e o video. Por um período utilizei o Mandrake 8.0 (acho que encomendei da LinuxMall) e após passei a usar o Debian. Inclusive participei ativamente do Debian-rs por alguns anos (dos melhores anos!). Hoje utilizo o Kubuntu, com o jeito Debian de configurar, o KDE (que uso desde a versão 1.0) e não me preocupo muito mais com configurações de baixo nível. Creio que desde 2001 uso Linux em 100% do meu tempo, e posso dizer que toda esta história é uma parte importante e feliz de minha vida, pois minha profissão é a música, e graças ao Linux e o SL, passou a ser a informática também!</p>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=da03bb76-5071-4958-8eba-ddc29dbc3e8a" alt="" /></div>
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		<title>Ajude a sustentar a Wikipédia e outros projetos (torço pelo JQuery!)</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 20:12:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>knight_rs</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conhecimento Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Ajude a sustentar a Wikipédia e outros projetos, sem colocar a mão no bolso, e concorra a um Eee PC! …e também a pen drives, card drives, camisetas geeks, livros e mais! O BR-Linux e o Efetividade lançaram uma campanha para ajudar a Wikimedia Foundation e outros mantenedores de projetos que usamos no dia-a-dia on-line. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ajude a sustentar a Wikipédia e outros projetos, sem colocar a mão no bolso, e concorra a um Eee PC!</strong><br />
…e também a pen drives, card drives, camisetas geeks, livros e mais! O <a href="http://br-linux.org" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/br-linux.org?referer=');">BR-Linux</a> e o <a href="http://efetividade.net" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/efetividade.net?referer=');">Efetividade</a> lançaram uma <a href="http://br-linux.org/2008/campanha-wikipedia" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/br-linux.org/2008/campanha-wikipedia?referer=');">campanha</a> para ajudar a Wikimedia Foundation e outros mantenedores de projetos que usamos no dia-a-dia on-line. Se você puder doar diretamente, ou contribuir de outra forma, são sempre melhores opções. Mas se não puder, veja as regras da promoção e <a href="http://br-linux.org/2008/campanha-wikipedia" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/br-linux.org/2008/campanha-wikipedia?referer=');">participe</a> &#8211; quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux e do Efetividade, e você ainda concorre a diversos brindes!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>KDE no Windows, Blogs e Comentários</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Feb 2008 18:20:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>knight_rs</dc:creator>
				<category><![CDATA[Proprietário X Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[kde windows mac wine adobe corel]]></category>

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		<description><![CDATA[Pequenos comentários alusivos a um post no blog de Gilberto Jr: Segundo Ryan Paul do blog Arstechnica, a portabilidade dos programas de KDE para windows e linux é fruto de uma grande mexida no próprio KDE, que agora deixou o velho e complexo sistema Autotools para usar o CMake. Além disso, o KDE também passou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pequenos comentários alusivos a um post no blog de <a href="http://desta.ca/pratica/2008/01/24/kde-funcionara-no-windows-e-no-mac-os-x/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/desta.ca/pratica/2008/01/24/kde-funcionara-no-windows-e-no-mac-os-x/?referer=');"><small>Gilberto Jr</small></a><small>: </small></p>
<blockquote><p><em>Segundo Ryan Paul do blog <a href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20080123-kde-goes-cross-platform-with-windows-mac-os-x-support.html" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/arstechnica.com/news.ars/post/20080123-kde-goes-cross-platform-with-windows-mac-os-x-support.html?referer=');">Arstechnica</a>, a portabilidade dos programas de KDE para windows e linux é fruto de uma grande mexida no próprio KDE, que agora deixou o velho e complexo sistema Autotools para usar o CMake. Além disso, o KDE também passou a usar o <a href="http://trolltech.com/products/qt" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/trolltech.com/products/qt?referer=');">Qt da Trooltech</a>, um framework criado para facilitar o desenvolvimento de ambientes gráficos multi-plataforma. </em></p></blockquote>
<p>Somente uma correção: O KDE não <strong>passou</strong> a usar a Qt, ele <strong>sempre</strong> usou a Qt, e esta sempre foi multiplataforma. A diferença é que as versões da Qt para Windows e Mac não tinham licença GPL até a versão 4. Então o KDE só pode iniciar o porte para estas outras plataformas a partir da versão 4 por causa da licença.</p>
<p>A biblioteca Qt tem um histórico interessante quanto às suas licenças, o que cria confusão até hoje com alguns usuários linux.  A biblioteca Qt, desde o início tem licença dupla, uma proprietária e que exige pagamento para uso em softwares proprietários, e um livre para uso em softwares livres. No início, a versão livre possuía a licença QPL, que permitia o uso, alterações, estudo, etc; porém não permitia a sua redistribuição com alterações, eventuais alterações deveriam ser distribuídas juntas em forma de patches, e não diretamente no código ou já compilada. Este fato fez com que Richard Stallman não aprovasse nem a licença nem o KDE, que era totalmente construído encima dela. Então, na versão 2.2 (ano 2000) da biblioteca, a empresa colocou mais uma opção de licença, a GPL, mudando assim a história da biblioteca e do KDE, e ganhando a chancela de Stallman (por essas brigas do início dos tempos do KDE, até hoje vejo comentários, principalmente de usuários de Gnome, insistindo que a Qt não é livre&#8230;). Porém, a única versão da Qt que possuía licenças livres era para Unix X11 (Linux, BSDs, etc), as versões para Windows e Mac continuavam apenas com a licença proprietária, impedindo assim que houvessem portes do projeto KDE e suas aplicações para estas plataformas. Isto começou a mudar quando a TrollTech tornou a versão para Mac livre (em uma das versões 3.X, não lembro qual), e na versão 4 ocorreu o mesmo com a versão Windows. Isto acarretou, obviamente, na extensão do projeto KDE, com os portes para Mac e Windows. Já haviam tentativas anteriores de rodar o KDE em Windows através do projeto Sygwin, porém era praticamente inutilizável, e haviam poucos desenvolvedores interessados em manter o projeto atualizado. Com a biblioteca Qt rodando nativamente em Windows e Mac, é bem possível manter todos os portes do KDE em sincronia. Além disso, o Desktop KDE não está sendo portado, pelo simples fato de que usuários Windows e Mac não precisarem dele (usuários Mac não trocam sua interface por nada), apenas as bibliotecas e seus maravilhosos aplicativos estão sendo portados, e a partir da versão 4.1 serão declaradas estáveis.</p>
<blockquote><p><em>Na minha opinião, esta iniciativa é genial, mas o maior problema do linux é o contrário: ele não roda programas feitos para windows. Sei que as empresas de software (como a Adobe) é que são culpadas por desenvolverem somente para windows/mac e não para linux, negando a seus clientes a escolha da plataforma que mais gosta, mas eu tenho certeza de que se o linux rodasse bem programas como o Photoshop, que só roda no windows, muitos usuários que hoje nem pensam em deixar o windows mudariam de idéia.</em></p></blockquote>
<p>Realmente o fato da Adobe e Corel não darem importância ao Linux complica bastante a migração paraa esta plataforma, principalmente de profissionais das artes gráficas (como é o caso da minha esposa, que só usa Windows por causa do Corel Draw e o Adope Page Maker). Porém isto está mudando, e rapidamente. Estão aparecendo programas que vem melhorando sua qualidade muito rapidamente, como o Inkscape e o Scribus. Além disso, já era o tempo em que aplicações Windows não rodavam em Linux. O projeto Wine vem progredindo em escala geométrica, possibilitando o uso normal já de inúmeros aplicativos, inclusive o Adobe Photoshop CS3. É claro que falta muito ainda para o Wine ser um portal completo para aplicações Windows em Linux, Mac (e em um futuro não muito distante, advinhe, Window!), mas o progresso está muito rápido, e eu o uso frequentemente (com o programa Sibelius 4 para edição de partituras).</p>
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		<title>Partituras em Linux e Software Livre</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Aug 2007 20:48:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>knight_rs</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Este post eu estou colocando aqui para registro. Iniciei com um e-mail que mandei para um amigo que está nos EUA, após publiquei num comentário no br-linux, então transcrevo-o aqui: Eu sou músico profissional, e seguidamente tenho que fazer arranjos, composições e cópias de partituras para orquestra inteira. As pessoas tendem a confundir softwares de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este post eu estou colocando aqui para registro. Iniciei com um e-mail que mandei para um amigo que está nos EUA, após publiquei num comentário no <a href="http://br-linux.org/linux/como-editar-partituras-com-software-livre" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/br-linux.org/linux/como-editar-partituras-com-software-livre?referer=');">br-linux</a>, então transcrevo-o aqui:</p>
<p>Eu sou músico profissional, e seguidamente tenho que fazer arranjos, composições e cópias de partituras para orquestra inteira. As pessoas tendem a confundir softwares de edição de áudio com edição de partituras, o que é bem diferente.<br />
Em primeiro lugar, sou muito defensor do linux e do software livre, uso-o desde 1999 e defendo-o sempre. Porém, em algumas áreas, o software livre ainda sofre um pouco com a carência de bons softwares, como é o caso das artes gráficas e edição de partituras (e este cenário vem mudando bastante rapidamente)<br />
Vou colocar abaixo um e-mail que, por acaso escrevi hoje para um colega:</p>
<p>&#8220;Sobre software de partituras em linux, tenho uma noticia boa e uma ruim:</p>
<p>Não existe nada profissional wysiwyg pra linux, como Finale ou Sibelius. Não dá pra chegar ao fim de uma sinfonia com 300 compassos e 15 instrumentos com milhões de marcações de dinâmica, ligaduras, multi-voices etc sem dar pau no programa ou consumir toda a memória RAM. Ma há boas promessas, vide <a href="http://www.rosegardenmusic.com/" rel="nofollow" title="http://www.rosegardenmusic.com" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.rosegardenmusic.com/?referer=');">http://www.rosegardenmusic.com</a> , atualmente este é o melhor, e há também o <a href="https://canorus.berlios.de/" rel="nofollow" title="https://canorus.berlios.de" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/canorus.berlios.de/?referer=');">https://canorus.berlios.de</a> que eu estou apostando (tem uma longa historia), e usa o <a href="http://www.lilypond.org/" rel="nofollow" title="http://www.lilypond.org" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.lilypond.org/?referer=');">http://www.lilypond.org</a> para gerar o pdf para imprimir. Por sinal, o lilipond é talvez o melhor software para gerar partitura com qualidade profissional, e é livre e multi-plataforma, porem ele não é visual, tem que &#8220;escrever&#8221; a partitura na linguagem dele. Eu uso o um software como o <a href="http://noteedit.berlios.de/" rel="nofollow" title="http://noteedit.berlios.de/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/noteedit.berlios.de/?referer=');">http://noteedit.berlios.de/</a> ou o <a href="http://denemo.sourceforge.net/" rel="nofollow" title="http://denemo.sourceforge.net/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/denemo.sourceforge.net/?referer=');">http://denemo.sourceforge.net/</a> para escrever a partitura na tela, exportar para o formato lilipond e entao fazer alguns ajustes no formato do lilipond, então eu tenho uma excelente qualidade de impressão. Mas é uma pequena odisséia a percorrer, as vezes inviabiliza quando tem que fazer uma pequena partitura para um cachê a noite. Tem inclusive um artigo que saiu esses dias sobre softwares pra isso em linux: <a href="http://www.linux.com/feature/118302" rel="nofollow" title="http://www.linux.com/feature/118302" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.linux.com/feature/118302?referer=');">http://www.linux.com/feature/118302</a></p>
<p>a boa: O Sibelius, o Finale e o Encore rodam e linux usando o wine &#8211; <a href="http://www.winehq.org/" rel="nofollow" title="http://www.winehq.org" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.winehq.org/?referer=');">http://www.winehq.org</a> (vide <a href="http://appdb.winehq.org/appview.php?iVersionId=6582" rel="nofollow" title="http://appdb.winehq.org/appview.php?iVersionId=6582" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/appdb.winehq.org/appview.php?iVersionId=6582&amp;referer=');">http://appdb.winehq.org/appview.php?iVersionId=6582</a>)</p>
<p>A melhor solução para fazer trabalhos pra faculdade ou mesmo livros sobre música (textos com escertos de partituras no meio) é o lilipond, de uma olhada no manual dele &#8211; http://lilypond.org&#8221;</p>
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		<title>Microsoft vai priorizar parceiros de web 2.0</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Feb 2007 14:23:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>knight_rs</dc:creator>
				<category><![CDATA[Proprietário X Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Da info on line: Finalmente a Microsoft colocou a web 2.0 entre as suas prioridades&#8230; E depois eles é que são inovadores&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Da <a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/022007/23022007-22.shl" title="Microsoft vai priorizar parceiros de web 2.0 - por Bruno Ferrari" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/info.abril.com.br/aberto/infonews/022007/23022007-22.shl?referer=');">info on line:</a></p>
<p><cite>Finalmente a Microsoft colocou a web 2.0 entre as suas prioridades&#8230;</cite></p>
<p>E depois <a href="http://www.microsoft.com" title="Microsoft" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.microsoft.com?referer=');">eles</a><strong> </strong>é que são inovadores&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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