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H.G.M.’s Blog » Proprietário X Livre

Proprietário X Livre


Música and Proprietário X Livre and Software Livre15 Jan 2012 05:46 pm

Achei para download gratuíto o software Dolet 6 para Finale e Sibelius 5.1 ou maior - http://www.makemusic.com/Products/MusicXML.aspx 

Agora me tornou possível exportar todo o meu acervo de 15 anos para MusicXML e passar a usar exclusivamente o MuseScore!
Bizarro and Ensino and Google Bomb and Governo and Proprietário X Livre and Software Livre19 Feb 2009 02:11 pm

Comentando o post “Nunca na história deste país – MEC quer ter maior projeto de virtualização do mundo – com Linux” no Br-Linux, escrevi o comentário abaixo. O Manoel Pinho colocou um link para o video que resume tudo.

Tecnologia e Metodologia

Infelizmente isto mostra o quanto os governos estão sem rumo na questão do ensino de informática nas salas de aula.
Enquanto não houver um estudo sério de currículo de informática no ensino fundamental, não fará sentido o emprego de computadores, pois não há formação de professores nem um direcionamento de ensino. Então tanto faz a plataforma utilizada, pois enquanto o ensino se resume em desenhos vetoriais e o uso de e-mail/msn/orkut, a única diferença é o custo final na compra.
O problema está no seguinte: a informática se tornou essencial na sociedade em apenas 15 anos, que coincide com o aparecimento sa internet no Brasil (eu diria que essencial mesmo em 8 anos, mas é outra discussão). Os pensadores do ensino não conseguem normatizar o currículo tão rapidamente, vide outras área: ensino de trânsito, sexual, financeiro, é inexistente ou quase. As pessoas ainda saem das escolas sem entender que cartões de crédito cobram juros de pagar o mínimo da fatura, que transar com 15 anos causa gravidez (minha esposa fez um comentário – “sem as devidas precauções” :-)    )  e que deve-se olhar para a sinaleira (farol) antes de atravessar a rua. Imaginem quando haverá um ensino consistente de informática nas escolas, enquanto o conceito de inclusão tecnológica se resume a ter uma conta no orkut e datilografar algum texto no word. Até lá, todo o gasto com informática será dinheiro posto fora, e o governo só o faz porque há pressão da sociedade e lobby de empresas.
E toda a intenção de se promover o software livre no ensino, mais uma frase do Manoel Pinho que traduz meu pessimismo:

Pelo que eu vejo de planejamento em muitas iniciativas governamentais para o uso de software livre, basta uma mudança de governo e a oferta de descontos generosos de alguma empresa como a Microsoft para colocar tudo por terra e voltarem para a solução comum de comprar um monte de micros com windows OEM.

Proprietário X Livre and Software Livre08 Feb 2008 04:20 pm

Pequenos comentários alusivos a um post no blog de Gilberto Jr:

Segundo Ryan Paul do blog Arstechnica, a portabilidade dos programas de KDE para windows e linux é fruto de uma grande mexida no próprio KDE, que agora deixou o velho e complexo sistema Autotools para usar o CMake. Além disso, o KDE também passou a usar o Qt da Trooltech, um framework criado para facilitar o desenvolvimento de ambientes gráficos multi-plataforma.

Somente uma correção: O KDE não passou a usar a Qt, ele sempre usou a Qt, e esta sempre foi multiplataforma. A diferença é que as versões da Qt para Windows e Mac não tinham licença GPL até a versão 4. Então o KDE só pode iniciar o porte para estas outras plataformas a partir da versão 4 por causa da licença.

A biblioteca Qt tem um histórico interessante quanto às suas licenças, o que cria confusão até hoje com alguns usuários linux. A biblioteca Qt, desde o início tem licença dupla, uma proprietária e que exige pagamento para uso em softwares proprietários, e um livre para uso em softwares livres. No início, a versão livre possuía a licença QPL, que permitia o uso, alterações, estudo, etc; porém não permitia a sua redistribuição com alterações, eventuais alterações deveriam ser distribuídas juntas em forma de patches, e não diretamente no código ou já compilada. Este fato fez com que Richard Stallman não aprovasse nem a licença nem o KDE, que era totalmente construído encima dela. Então, na versão 2.2 (ano 2000) da biblioteca, a empresa colocou mais uma opção de licença, a GPL, mudando assim a história da biblioteca e do KDE, e ganhando a chancela de Stallman (por essas brigas do início dos tempos do KDE, até hoje vejo comentários, principalmente de usuários de Gnome, insistindo que a Qt não é livre…). Porém, a única versão da Qt que possuía licenças livres era para Unix X11 (Linux, BSDs, etc), as versões para Windows e Mac continuavam apenas com a licença proprietária, impedindo assim que houvessem portes do projeto KDE e suas aplicações para estas plataformas. Isto começou a mudar quando a TrollTech tornou a versão para Mac livre (em uma das versões 3.X, não lembro qual), e na versão 4 ocorreu o mesmo com a versão Windows. Isto acarretou, obviamente, na extensão do projeto KDE, com os portes para Mac e Windows. Já haviam tentativas anteriores de rodar o KDE em Windows através do projeto Sygwin, porém era praticamente inutilizável, e haviam poucos desenvolvedores interessados em manter o projeto atualizado. Com a biblioteca Qt rodando nativamente em Windows e Mac, é bem possível manter todos os portes do KDE em sincronia. Além disso, o Desktop KDE não está sendo portado, pelo simples fato de que usuários Windows e Mac não precisarem dele (usuários Mac não trocam sua interface por nada), apenas as bibliotecas e seus maravilhosos aplicativos estão sendo portados, e a partir da versão 4.1 serão declaradas estáveis.

Na minha opinião, esta iniciativa é genial, mas o maior problema do linux é o contrário: ele não roda programas feitos para windows. Sei que as empresas de software (como a Adobe) é que são culpadas por desenvolverem somente para windows/mac e não para linux, negando a seus clientes a escolha da plataforma que mais gosta, mas eu tenho certeza de que se o linux rodasse bem programas como o Photoshop, que só roda no windows, muitos usuários que hoje nem pensam em deixar o windows mudariam de idéia.

Realmente o fato da Adobe e Corel não darem importância ao Linux complica bastante a migração paraa esta plataforma, principalmente de profissionais das artes gráficas (como é o caso da minha esposa, que só usa Windows por causa do Corel Draw e o Adope Page Maker). Porém isto está mudando, e rapidamente. Estão aparecendo programas que vem melhorando sua qualidade muito rapidamente, como o Inkscape e o Scribus. Além disso, já era o tempo em que aplicações Windows não rodavam em Linux. O projeto Wine vem progredindo em escala geométrica, possibilitando o uso normal já de inúmeros aplicativos, inclusive o Adobe Photoshop CS3. É claro que falta muito ainda para o Wine ser um portal completo para aplicações Windows em Linux, Mac (e em um futuro não muito distante, advinhe, Window!), mas o progresso está muito rápido, e eu o uso frequentemente (com o programa Sibelius 4 para edição de partituras).

Proprietário X Livre and Software Livre24 Feb 2007 12:23 pm

Da info on line:

Finalmente a Microsoft colocou a web 2.0 entre as suas prioridades…

E depois eles é que são inovadores…